segunda-feira, 10 de agosto de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
Ponto na Inclusão

Inclusão – Ponto de Todos Nós!
A construção do projeto Ponto de Cultura de Todos Nós!, foi elaborado em parceria com diversas organizações sociais de nosso município, entre elas a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE e a Casa do Menor e do Adolescente de Andradina – CAMENOR.
Durante a execução do projeto, essas entidades parceiras sempre estiveram com seus alunos participando das oficinas realizadas no Ponto de Cultura. E muitas delas, especialmente com a APAE, foi emocionante. O contato com a argila, a dança, o teatro, tem um grande significado na vida dessas crianças especiais.
A construção do projeto Ponto de Cultura de Todos Nós!, foi elaborado em parceria com diversas organizações sociais de nosso município, entre elas a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE e a Casa do Menor e do Adolescente de Andradina – CAMENOR.
Durante a execução do projeto, essas entidades parceiras sempre estiveram com seus alunos participando das oficinas realizadas no Ponto de Cultura. E muitas delas, especialmente com a APAE, foi emocionante. O contato com a argila, a dança, o teatro, tem um grande significado na vida dessas crianças especiais.
Tô no Bairro
Tô no Bairro! e a Caravana do Ponto
A ação “To no Bairro” é um projeto desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, que tem por objetivo levar aos bairros tudo aquilo que é produzido no Ponto de Cultura. Foram percorridos mais de 17 bairros do município. Sempre aos domingos, arma-se o palco para as apresentações, improvisa-se espaços de oficinas e o bairro vive um momento de imersão cultural.
Agora temos pela frente uma proposta mais ambiciosa, abrangente. Estamos dialogando com secretarias de cultura dos municípios vizinhos para que eles possam receber a Caravana do Ponto de Cultura de Todos Nós! A nossa região é cercada por pequenas cidades, com pouca ação cultural. Diante desta realidade é que queremos estender a nossa rede a esses municípios.
Teatro vai à feira

Teatro vai à Feira
O “Teatro vai à feira” é uma intervenção urbana da oficina de teatro do Ponto de Cultura, ao mesmo tempo que serve de laboratório aos alunos. A proposta trabalha concentração, expressão facial, expressão corporal, além de levar diversão, graça para um ambiente popular, sem divisão de classes, onde todos se encontram. A Feira é onde teatro acontece de maneira viva, interativa. É como se Téspis conduzisse o grupo.
O “Teatro vai à feira” é uma intervenção urbana da oficina de teatro do Ponto de Cultura, ao mesmo tempo que serve de laboratório aos alunos. A proposta trabalha concentração, expressão facial, expressão corporal, além de levar diversão, graça para um ambiente popular, sem divisão de classes, onde todos se encontram. A Feira é onde teatro acontece de maneira viva, interativa. É como se Téspis conduzisse o grupo.
Dança

Dançando no Ponto
A Oficina de Dança do Ponto de Cultura é, sem dúvida nenhuma, a que mais atrai nossas crianças, adolescentes e jovens. É uma linguagem mais próxima da condição humana e que permite um olhar sensível do mundo.
Por meio da oficina de dança trabalhamos o corpo, o espaço, o outro, associando a arte e a vida; entrelaçadas em cada passo do nosso cotidiano, caminho pelo qual buscamos construir nossos espetáculos.
Nosso Ponto

O Centro Cultural “Pioneiros de Andradina” - Ponto de Cultura de Todos Nós! é hoje, um espaço vivo, de congregação, produção, provocação, emancipação; um espaço do tecer criativo; espaço destinado à fazedores e fazedoras culturais.
Ontem, era um patrimônio tombado, antiga estação ferroviária, bonita, palco de eventos esporádicos, um prédio com sua história, sua importância, porém calado, silenciado pelo tempo, na lembrança apenas os bons momentos de sua inauguração. O ontem deu lugar pro hoje porque fomos provocados. Um chamamento nos foi feito, é como se alguém tivesse gritado:
- Ei! Vocês aí, vocês existem! Estão apenas desarticulados, um tanto desacreditados, mas vocês existem! A Cultura é Viva! Viva a cultura!
Nesse momento sentimos a possibilidade de saltarmos feito ‘uma mola antes comprimida’, de voarmos feito um ‘pássaro livre’ e de sentir em nossas faces a bruma forte do rio, desatinado pelas ‘comportas de uma represa aberta’.
O canto de Gil, a maestria de Juca conclamando a criação da “ampla linha de ação a partir do que já existe e já atua, com legitimidade comunitária”, ganha forças na mão de um capitão.
O Capitão, Célio Turino, chama Drummond, e logo de “cara”, alça a voz e nos convoca: “precisamos descobrir o Brasil! Precisamos desesconder o Brasil, mostrá-lo para nós mesmos e para o mundo. Precisamos entender o Brasil: em lugar de conceitos rígidos, noções líquidas; em lugar da reta, a curva”.
Buscamos entender o chamado e nos perceber dentro dessa nova proposta ministerial. Construímos nossa caminhada ao longo destes dois anos, enfrentando os obstáculos da inexperiência em gerir um projeto governamental; agarramos a oportunidade de retomar a vida a um patrimônio que já foi considerado “o cordão umbilical de nossa cidade”, a estação ferroviária.
O Ponto de Cultura nos levou pra Teia, a Teia nos levou pra outros Pontos. Trocamos, experimentamos, gostamos de tudo que vivos e vivenciamos. Fomos despertados, potencializados! Lançamos a nossa rede. Colocamos a nossa locomotiva nos trilhos outra vez, e a nossa mola não para, e o pássaro quer mais azul do céu, e as margens do rio, para Muitos.
O que queremos agora é compartilhar o que nos foi compartilhado. Ampliar a rede, prosear com os nossos municípios vizinhos, e continuar fortalecendo os que estão próximos. Isso nos fará permanentemente Ponto de Cultura de Todos Nós!
Fernando Magno
Presidente do Instituto Cultural “Pioneiros de Andradina”
Ponto de Cultura de Todos Nós!
Ontem, era um patrimônio tombado, antiga estação ferroviária, bonita, palco de eventos esporádicos, um prédio com sua história, sua importância, porém calado, silenciado pelo tempo, na lembrança apenas os bons momentos de sua inauguração. O ontem deu lugar pro hoje porque fomos provocados. Um chamamento nos foi feito, é como se alguém tivesse gritado:
- Ei! Vocês aí, vocês existem! Estão apenas desarticulados, um tanto desacreditados, mas vocês existem! A Cultura é Viva! Viva a cultura!
Nesse momento sentimos a possibilidade de saltarmos feito ‘uma mola antes comprimida’, de voarmos feito um ‘pássaro livre’ e de sentir em nossas faces a bruma forte do rio, desatinado pelas ‘comportas de uma represa aberta’.
O canto de Gil, a maestria de Juca conclamando a criação da “ampla linha de ação a partir do que já existe e já atua, com legitimidade comunitária”, ganha forças na mão de um capitão.
O Capitão, Célio Turino, chama Drummond, e logo de “cara”, alça a voz e nos convoca: “precisamos descobrir o Brasil! Precisamos desesconder o Brasil, mostrá-lo para nós mesmos e para o mundo. Precisamos entender o Brasil: em lugar de conceitos rígidos, noções líquidas; em lugar da reta, a curva”.
Buscamos entender o chamado e nos perceber dentro dessa nova proposta ministerial. Construímos nossa caminhada ao longo destes dois anos, enfrentando os obstáculos da inexperiência em gerir um projeto governamental; agarramos a oportunidade de retomar a vida a um patrimônio que já foi considerado “o cordão umbilical de nossa cidade”, a estação ferroviária.
O Ponto de Cultura nos levou pra Teia, a Teia nos levou pra outros Pontos. Trocamos, experimentamos, gostamos de tudo que vivos e vivenciamos. Fomos despertados, potencializados! Lançamos a nossa rede. Colocamos a nossa locomotiva nos trilhos outra vez, e a nossa mola não para, e o pássaro quer mais azul do céu, e as margens do rio, para Muitos.
O que queremos agora é compartilhar o que nos foi compartilhado. Ampliar a rede, prosear com os nossos municípios vizinhos, e continuar fortalecendo os que estão próximos. Isso nos fará permanentemente Ponto de Cultura de Todos Nós!
Fernando Magno
Presidente do Instituto Cultural “Pioneiros de Andradina”
Ponto de Cultura de Todos Nós!
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